domingo, 15 de setembro de 2013

O exercício do sexo

As mudanças que ocorrem no organismo durante a relação sexual.

A fusão dos corpos

CÉREBRO
É ele quem dá a largada, ordenando a produção de adrenalina, hormônio que faz aumentar a freqüência dos batimentos cardíacos. O cérebro também manda produzir dopamina, o neurotransmissor associado aos desejos de uma forma geral, como a vontade de comer, de beber e de fazer sexo. Com a excitação e o contato físico com o parceiro, os órgãos genitais devolvem ao cérebro novas mensagens de prazer, que estimulam ainda mais o sistema nervoso. Para impedir que a escalada de sensações cause uma pane nos neurônios, outra região do cérebro interrompe tudo com uma descarga de substâncias calmantes, as endorfinas. É quando acontece o orgasmo, clímax da relação sexual.
ÓRGÃOS GENITAIS
A pressão sangüínea no pênis chega a ficar 17 vezes maior do que a normal. Na mulher, o hormônio ocitocina se espalha pelo organismo, tornando várias áreas do corpo, como os seios e a boca, cada vez mais sensíveis à excitação sexual.

MÚSCULOS
A maior quantidade de sangue, que chega para assegurar o fornecimento de energia, também provoca a dilatação da musculatura. Após o orgasmo, costuma ocorrer sonolência. Durante uma relação sexual, são consumidas entre 420 e 660 calorias, o equivalente a três a quatro barras de 30 gramas de chocolate.

RESPIRAÇÃO
Para dar mais energia aos músculos, o pulmão precisa trabalhar mais e mais depressa. O número de inspirações sobe de 14 para 20 por minuto. Pouco a pouco, a respiração se torna mais profunda.

PELE
Com o maior bombeamento de sangue, a circulação periférica – nos vasos mais próximos da pele – se dilata, deixando a pele rosada e quente. O indíviduo transpira.

CORAÇÃO
Estimulado pela adrenalina, dobra o número de batimentos, a fim de suprir os músculos do corpo com mais energia, isto é, oxigênio.

Quem sabe é super

Depois da ejaculação, os espermatozóides se dirigem para o óvulo a uma velocidade de 11 centímetros por hora, o que equivale a um nadador percorrer 10 metros por segundo. A viagem até o local da fecundação leva 50 minutos.

Beijos inesquecíveis

Para o antropólogo inglês Desmond Morris, a origem do beijo erótico dos amantes pode estar em costumes muito primitivos. Na pré-história, as mães desmamavam os filhos mastigando a comida e passando-a diretamente para a boca do bebê. Essa prática desapareceu na sociedade moderna, mas a lembrança do intenso prazer no contato boca a boca pode ter se transmitido através das gerações. Tanto a língua quanto a boca são áreas de grande sensibilidade erótica. Por isso o beijo é tão importante. lgumas tribos africanas ainda mantêm o costume primitivo pelo qual a mãe passa a comida, já mastigada, para a boca do bebê. Esta pode ser a origem do beijo dos amantes Nos filmes de Hollywood (como ...E o vento levou, com Clark Gable e Vivien Leigh), o beijo na boca é a expressão máxima da paixão

A dança dos 12 passos

Um ritual de intimidade crescente é o prelúdio da penetração sexual.
1. Olho – Corpo
Os parceiros se observam, atraídos pela visão de um corpo que consideram belo, desejável.
2. Olho – Olho
Os olhares se cruzam, sinalizando o interesse mútuo. Um sorriso, nessa fase, é a senha para o início de uma conversa.
3. Voz – Voz
As primeiras palavras são banais e um tanto forçadas. Depois, a conversa vai ficando mais íntima. O tom de voz e as expressões faciais dizem tanto quanto as palavras.
4. Mão – Mão
De um pretexto banal como ajudar a tirar um casaco, acontece o primeiro toque. A adrenalina é liberada e começa o processo da excitação.
5. Braço – Ombro
O gesto é consentido por ainda não demonstrar intenções sexuais explícitas. No cérebro, intensifica-se a produção dos neurotransmissores ligados a sensações de prazer, principalmente a dopamina.

6. Braço – Cintura
No primeiro gesto comprometedor, as mãos do homem se aproximam da região genital da mulher.
7. Boca – Boca
Os lábios se unem, indicando a vontade de prosseguir a relação. Começam a lubrificação da vagina, na mulher, e a ereção, no homem.
8. Mão – Rosto
Depois do beijo, as mãos acariciam o rosto, os cabelos, a nuca, o pescoço...
9. Mão – Corpo
As carícias se estendem ao corpo todo. Agora, a estimulação é tão grande que torna a cópula quase inevitável.
10. Boca – Seio
Os lábios percorrem o corpo do outro. A boca do homem nos seios da mulher tem um efeito especialmente excitante.
11. Mão – Genital
Nessa etapa, os órgãos genitais masculinos e femininos já estão prontos para a penetração.
12. Genital – Genital
O pênis penetra na vagina e se move, ritmicamente, até o orgasmo.

Agüenta, coração

O ritmo cardíaco se altera dramaticamente durante uma relação sexual, como mostra a tabela do livro Você – um estudo objetivo do comportamento humano, de Desmond Morris

Quanto pesa um pênis?

Sempre perguntam o tamanho médio do pênis do brasileiro. Mas quanto será que ele pesa?Joana Brandão, Rio de Janeiro, RJ

Atenção a este babuíno de pinto péssimo.
pinto péssimo

Direto como a pergunta: de 90 a 130 gramas. Mais ou menos o peso de uma banana, ha-ha-ha, veja só que analogia boa.
Essa medição é feita quando o bilau está duro como um pau. É que o que o deixa duro é o aumento da densidade e, portanto do peso. O pênis tem os chamados corpos cavernosos, que se enchem de sangue feito esponjas para ficar duros e não comprometerem a parada toda. Em cada corpo cavernoso cabe, em média 30 ml de sangue, explica el doctor Jorge Hallak, chefe do setor de Andrologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A medida de 90 a 130 gramas equivale a um pênis de tamanho médio ereto, entre 12,4 e 16,8 cm. O médico lembra que, além do tamanho do órgão em si, a pele influi no peso. Quem tem prepúcio tem um pinto mais pesado. E, antes de entrar em polêmicas sobre circuncisão, lembrem-se, humanos, a infame craca tem um pênis QUARENTA VEZES MAIOR QUE O PRÓPRIO CORPO.

domingo, 1 de setembro de 2013

De onde viemos, onde estamos e para onde vamos

Somos todos filhos de Marte?


Imagem de Marte obtida pelo telescópio Hubble

A vida na Terra teria começado… em Marte! É o que sugere, como se não fosse nada demais, o bioquímico Steven Benner, pesquisador do Instituto Westheimer para Ciência e Tecnologia, nos Estados Unidos.

Falando ontem a uma plateia de cientistas em uma conferência em Florença, na Itália, Benner sugeriu que, por incrível que pareça, os primeiros passos da vida, a partir de química simples, teriam sido dados muito mais facilmente no planeta vermelho, 4 bilhões de anos atrás, do que na Terra.

O papo vai ficar meio cabeludo agora, mas, por favor, aguente firme que valerá a pena.
Benner é um dos defensores da hipótese conhecida como “mundo de RNA”. Trata-se da resposta mais aceita ao clássico dilema de Tostines no que diz respeito à origem da vida: o que vem primeiro, o material genético, que guarda as receitas das proteínas que fazem tudo no interior dos organismos, ou as proteínas, que tocam o metabolismo adiante e são a razão de ser do material genético?

Hoje, a principal molécula guardadora do material genético, como todos nós conhecemos, é o DNA. Todas as criaturas vivas têm seus genomas confortavelmente conservados em longas moléculas dele.

Contudo, no passado, o RNA — que hoje serve principalmente para fazer o leva-e-trás da informação contida no DNA — pode ter sido o protagonista da festa. Por quê? Ocorre que os cientistas descobriram que, em certas circunstâncias, ele pode agir ora como uma proteína, estimulando reações químicas (ou seja, realizando metabolismo), ora para servir como guardador da informação genética (como, inclusive, faz para alguns vírus até hoje). Resolvendo os dois problemas ao mesmo tempo, ele seria o primeiro passo natural da vida, sem exigir a formação de duas coisas diferentes (DNA e proteínas) simultaneamente.

Daí a ideia de que o livro da vida teria como seu capítulo inicial o “mundo de RNA”.

E MARTE?

Benner se especializou nos últimos anos no estudo de processos que podem partir de moléculas simples e chegar à síntese de RNA. Seu trabalho é tão reconhecido que o paleontólogo americano Peter Ward chegou a chamá-lo de “mestre-cuca do RNA”.

Em suas pesquisas, Benner se deparou com dois paradoxos. O primeiro é o de que, quando você junta moléculas orgânicas e as coloca para reagir, você não cria vida — de RNA ou de qualquer outro tipo. “O que você tem é algo como piche, óleo ou asfalto”, diz.

Aparentemente, há alguns elementos químicos que, colocados na mistura, impedem que esse processo de degradação aconteça, entre eles boro e molibdênio. “Análises de um meteorito marciano recentemente mostraram que havia boro em Marte. E agora acreditamos que a forma oxidada do molibdênio também estava lá”, complementa.

O segundo paradoxo tem a ver com a água. Ela é essencial à vida, mas faz um estrago danado quando RNA é exposto a ela. Benner aponta que, embora houvesse água no passado de Marte, ela existia em quantidades bem menores.

Ou seja, transferindo o mundo de RNA da Terra para Marte, Benner parece estar resolvendo alguns dos maiores desafios químicos para a origem da vida. Usando boratos para impedir a tendência de os compostos orgânicos simples virarem piche, e molibdatos (versões oxidadas do molibdênio) para rearranjar as moléculas capturadas pelos boratos, Benner e seus colegas obtiveram ribose. “O R do RNA”, diz. “E estamos usandos ambientes desérticos para administrar a instabilidade intrínseca do RNA em água.”

Perguntei a ele se tudo isso não poderia também ter acontecido na Terra primitiva, mas ele não se mostrou muito otimista. “Muitos geólogos não nos ‘dão’ boratos em altas concentrações, molibdatos e desertos na Terra primitiva”, contou Benner. “Segundo eles, a Terra era jovem demais para ter concentrado os boratos, muito redutora para dar molibdênio em alto estado de oxidação e coberta por água.”

Em compensação, Marte parece ter sido o ambiente ideal para essas reações. “Cerca de 3,5 bilhões de anos atrás, toda a química que propomos poderia ter acontecido em Marte”, ele me disse. “Conforme o planeta foi ficando cada vez menos habitável, a vida que se originou em Marte escapou para a Terra, que permanece habitável até hoje.”

CARONA

Sinais de possíveis bactérias marcianas em meteorito
Legal, mas como a vida vai de um planeta a outro? Ela pode pegar carona em meteoritos. Um asteroide colide com Marte, atira material marciano — com criaturas vivas — para o espaço. Esses pedregulhos ficam flutuando sem rumo pelo Sistema Solar até que caem na Terra.

Acontece direto. Aconteceu com o ALH 84001, meteorito que ficou famoso depois que um grupo de pesquisadores da Nasa, liderados por David McKay, disse ter encontrado sinais de bactérias marcianas antigas nele. (Hoje, a maior parte da comunidade aposta que os cientistas comeram barriga. Benner também não compra a versão dos micróbios marcianos, embora ressalte que “ausência de evidência” não é “evidência de ausência”.)

Um dos pesquisadores que estudam a resistência de organismos vivos a viagens espaciais involuntárias como essa é Douglas Galante, do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas. Embora ele acredite na viabilidade da panspermia (teoria que fala na transferência de organismos de um planeta a outro), o brasileiro é cauteloso quanto às afirmações mais arrojadas de Benner.
Curiosity procura sinais de química prebiótica em Marte. Até agora, nadica de nada.

“É algo que ainda precisaremos provar”, diz. “A ideia ganharia muita força se detectarmos, com uma sonda como a Curiosity, uma grande quantidade de moléculas precursoras da vida em Marte, que tenham sobrevivido à destruição pela radiação UV e pelos raios cósmicos.”

Por enquanto, portanto, a origem marciana da biosfera na Terra é só uma hipótese bacana, que ilustra muito bem como é complicado compreender como veio a ser esse fenômeno incrível que chamamos de vida.

SÊMEN DEIXA MULHERES MAIS FELIZES, APONTA ESTUDO.


O sexo oral é uma prática saudável para as mulheres e ajuda em tratamentos de depressão, segundo pesquisa da State University of New York. O sêmen possui três substâncias antidepressivas e reguladora de humor, induzindo a afeição maior entre o casal e até um sono mais tranquilo para a parceira.
O estudo também mostrou que mulheres que fazem sexo regular sem camisinha são menos tristes. As casadas ou em relacionamento sério, que tendem a transar sem preservativos, tem menos sintomas de tristeza do que outras mulheres. A pesquisa ainda ressalva que o simples contato com o sêmen já causa efeitos positivos.
Os psiquiatras consultaram cerca de 293 mulheres com um questionário sobre a vida sexual delas para chegar às conclusões. O estudo foi publicado no Archives of Sexual Behaviour. Se você precisava de uma desculpa para convencer sua mulher, acabou de encontrar.
Fonte original em Inglês: Mail Oline

sábado, 13 de julho de 2013

FLATULÊNCIA


Gases intestinais podem causar grande desconforto porque provocam distensão abdominal. Além disso, em determinadas circunstâncias, podem trazer constrangimento social.
O ar engolido ou os gases formados no aparelho digestivo podem ser expelidos por via oral (arroto) ou via anal (gases intestinais ou flatos). A maior parte deles, no entanto, é produzida no intestino por carboidratos que não são quebrados na passagem pelo estômago. Como o intestino não produz as enzimas necessárias para digeri-los, eles são fermentados por bactérias que normalmente ali residem. Esse processo é responsável pela maior produção e liberação de gases.
Em alguns casos, por fatores genéticos ou porque adotaram uma dieta saudável com pouca gordura, mas rica em fibras e em carboidratos, algumas pessoas podem produzir mais gases. No entanto, a maioria das queixas parte de pessoas que produzem uma quantidade que os gastrenterologistas considerariam normal. Estudos demonstram que, em média, um adulto pode expelir gases vinte vezes por dia. De qualquer modo, há como prevenir a maior formação de gases.
Recomendações
Dieta é a palavra-chave para reduzir a produção de gases, uma vez que é impossível eliminá-la totalmente:
* Leguminosas como feijão, ervilhas, lentilhas e soja, entre outras, são causadoras de gases. Ricas em carboidratos não absorvíveis, as leguminosas tendem a fermentar no intestino. Eliminá-las totalmente da dieta pode não representar uma boa solução porque constituem uma fonte importante de proteínas, fibras e outros nutrientes. Uma dica prática e com bons resultados, por exemplo, é deixar o feijão de molho durante a noite. No dia seguinte, a água deve ser trocada por outra antes de cozinhá-lo bem, pois amido mal cozido aumenta a produção de gases;
* Intolerância à lactose é outra causa importante de flatulência;
* Algumas pessoas notam aumento na produção de gases quando ingerem comida ou sucos adoçados com açúcar de frutas (frutose) ou adoçante artificial à base de Sorbitol. Nesse caso, esses produtos devem ser evitados;
* Reserve um tempo tranquilo para as refeições. Mastigue bem os alimentos. Engolir a comida sem mastigá-la direito e às pressas atrapalha a digestão e o bolo alimentar pode chegar ao intestino sem estar digerido adequadamente;
* Procure não falar muito durante as refeições para diminuir o volume de ar deglutido;
* Prefira alimentos ricos em fibras e beba bastante líquido, pois isso facilita o trânsito intestinal. A obstipação retarda a passagem da comida pela parte inferior do aparelho digestivo, provocando maior fermentação dos alimentos e, conseqüentemente, maior produção de gases;
* Preste atenção, no seu caso específico, aos alimentos que podem estar associados a gases. Algumas pessoas reagem mal à farinha (pães, massas, etc.), batata doce, cebola, rabanete, aipo, berinjela e germe de trigo. Alguns vegetais como repolho, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas, acusados de aumentar a produção dos gases, têm seu consumo recomendado pela Sociedade Americana de Câncer;
* Andar é sempre saudável, pois estimula os movimentos intestinais.
Advertência
Não se automedique. Consulte um médico se os gases intestinais estiverem lhe causando algum constrangimento.

sábado, 6 de julho de 2013

EUA aprovam remédio que evita infecção por HIV


O governo americano autorizou ontem, pela primeira vez, que um medicamento seja usado para impedir a infecção de seres humanos pelo HIV, vírus causador da Aids.

Trata-se do Truvada, uma única pílula que combina duas substâncias, hoje vendida como remédio para pessoas portadoras do HIV.


Uma série de testes internacionais, envolvendo milhares de pessoas, tanto heterossexuais quanto homossexuais, mostrou que, além de controlar infecções já existentes, o Truvada tem um papel preventivo, diminuindo em 70%, em média, o risco de adquirir o vírus.

Editoria de Arte/Folhapress

Justamente por esse resultado animador, embora longe de ser perfeito, especialistas pedem cautela. É improvável que o Truvada substitua o uso da camisinha como principal medida de prevenção contra o avanço da Aids.

CARO E COM RISCOS

Além disso, é preciso considerar, entre outras coisas, o custo do tratamento --em torno de R$ 20 mil por ano-- e o risco de efeitos colaterais, como náusea, vômito e diarreia. Mais raramente, também podem ocorrer problemas nos rins e maior propensão a ter osteoporose.

Em resumo, não se trata de um profilático de uso geral, mas de uma medida para ajudar quem já corre risco muito elevado de se infectar.

"Na nossa realidade, seria válido analisar um possível uso em casos como o de casais sorodiscordantes [em que uma das pessoas já têm o HIV, enquanto a outra ainda não foi infectada] com relacionamento estável", disse à Folha o infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emilio Ribas, em São Paulo.

"O uso do Truvada deve ser complementar, jamais substituindo o preservativo", afirma Valdez Madruga, do programa de DST/Aids do Estado de São Paulo e consultor da SPI (Sociedade Paulista de Infectologia).

NA ESTRADA

Ambos os componentes do Truvada, o tenofovir e a emtricitabina, pertencem a uma das classes mais populares de substâncias anti-HIV.

São os chamados inibidores de transcriptase reversa --bloqueiam, em outras palavras, a molécula que o vírus usa para "inscrever" seu próprio material genético no DNA das células humanas.

Quando o vírus consegue fazer isso com sucesso, diz-se que ele se "integrou" ao genoma do hospedeiro.

O processo transforma, em certo sentido, as células humanas em escravas produtoras de vírus. E torna praticamente impossível eliminar o parasita do organismo --por isso é tão importante impedir que a integração viral ocorra.

Se o uso do medicamento não for adequado --caso o paciente não tome o Truvada todo dia, conforme recomendado, por exemplo--, aumenta o risco de o vírus desenvolver resistência contra o remédio, afirma Rosenthal.

O diretor do Emilio Ribas, o infectologista David Uip, é completamente contra a adoção do Truvada como estratégia de saúde pública.

"Além de haver métodos mais eficazes, um dos componentes do Truvada, o tenofovir, também é largamente usado no tratamento da hepatite. Seu uso indiscriminado pode levar à resistência a várias drogas dessa classe."

Já para Esper Kallás, infectologista da USP, embora nenhum remédio substitua o preservativo, ele será de grande contribuição. "É uma excelente notícia, porque aumenta o arsenal que nós temos à nossa disposição. Mas nada invalida o uso do preservativo e o diagnóstico."

Brasil vai testar implementação de terapia que evita infecção por HIV


Uma pesquisa coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz vai avaliar uma forma de implementar no país o uso do medicamento antirretroviral Truvada como forma de evitar a transmissão do HIV em populações mais vulneráveis.

Serão recrutados, a partir do fim de agosto, 400 homens que fazem sexo com homens: 200 no Rio e 200 em São Paulo. O estudo será feito em parceria com a Faculdade de Medicina da USP e o Centro de Referência e Treinamento DST/Aids de São Paulo.

De acordo com a infectologista Brenda Hoagland, que coordena o estudo na Fiocruz, o medicamento será fornecido aos voluntários por um ano.

A eficácia e a segurança do Truvada para evitar a infecção por HIV já foi demonstrada. Um estudo multicêntrico cujos resultados foram publicados em 2010 e no qual houve participação de voluntários do Brasil, mostrou que a terapia reduziu o risco de infecção em até 94,9%. A pesquisa incluiu 2.499 homens em 11 centros de estudo.


O objetivo agora, diz Hoagland, é avaliar, numa situação de vida real, como seria a melhor forma de implementar o uso da droga como profilaxia. "Já sabemos que o remédio é eficaz. Queremos demonstrar na realidade do Brasil como oferecer essa profilaxia."

É preciso ver, por exemplo, se os pacientes vão usar o medicamento todos os dias conforme o indicado. Uma falha na administração do remédio pode deixá-los mais vulneráveis à infecção, por exemplo. O melhor local para distribuição dos comprimidos também precisa ser avaliado, segundo a infectologista.

Um risco do uso profilático do antirretroviral é o caso de um paciente se tornar soropositivo durante o uso do remédio e descobrir só mais tarde. Quando ele der início ao tratamento antirretroviral, poderá já ter começado a desenvolver resistência ao tratamento.

No ano passado, a FDA (agência reguladora de medicamentos nos EUA) aprovou a indicação do Truvada como terapia profilática contra o HIV.


No Brasil, no entanto, o remédio ainda só tem aprovação como terapia para quem já está infectado, o que precisaria mudar para que ele fosse adotado como terapia profilática. O antirretroviral, que combina as substâncias tenofovir e a emtricitabina, também não é distribuído aos soropositivos na rede pública no Brasil.

A pesquisadora da Fiocruz diz que as conclusões do estudo que começa agora, esperadas para 2016, devem ajudar o governo a embasar sua decisão sobre a adoção dessa terapia.
Para o infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emílio Ribas, a terapia preventiva é um dos caminhos para que a transmissão do HIV acabe. "Se todos com HIV estiverem em tratamento, com carga viral indetectável, e quem estiver em risco se proteger, não vai haver hospedeiro para o vírus."

A terapia profilática não substitui o uso da camisinha.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Menino de 11 anos engravida uma mulher de 36 anos

Um menino de 11 anos da Nova Zelândia engravidou uma mulher de 36 anos, mãe de um amigo seu da escola, segundo informou o jornal local “New Zealand Herald”. O caso levantou questões sobre por que as mulheres no país não podem ser acusadas de estupro. Conselheiros que trabalham na área do abuso sexual disseram que o caso destaca a falta de atenção às mulheres como potenciais criminosas, de acordo com o jornal.

A mulher e o menino, cujos nomes não foram divulgados, vivem no distrito principal de North Island, em Auckland. O diretor da escola do menino disse ao “New Zealand Herald” que ficou chocado quando a criança lhe disse o que estava acontecendo. “Você não vai ficar muito feliz comigo”, lembrou o diretor das palavras do menino no ano passado. Ele disse que tinha tido relações sexuais com a mãe do seu amigo e que “isso precisava parar”.

De acordo com o jornal, funcionários do governo, que tomaram conta do bebê há cerca de dois meses, confirmaram que eles estavam lidando com um caso na escola do menino e que isso estava nos tribunais, mas se recusaram a comentar o caso. A polícia também se recusou a comentar. O “Herald” informou que o menino, que já fez 12 anos, também está sob os cuidados do governo.

Visto No: Ta-serto

AS CORES PARA UMA MELHOR SAÚDE

Veja na imagem, qual a função principal de cada cor de alimento

Quanto mais colorido o seu prato, melhor !!!

Por isto, coloque mais cor e mais vida no seu prato e bom apetite !!!

‎#ficaAdicaFoto: AS CORES PARA UMA MELHOR SAÚDE

Veja na imagem, qual a função principal de cada cor de alimento

Quanto mais colorido o seu prato, melhor !!!

Por isto, coloque mais cor e mais vida no seu prato e bom apetite !!!

#ficaAdica

quinta-feira, 4 de julho de 2013

CURIOSIDADES SOBRE O SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

1- Próstata e ejaculação femininas - isto é verdade?

Ao contrário do que se acreditava até recentemente, a próstata não é um órgão exclusivamente masculino. Durante muito tempo, a existência da próstata feminina foi negada pelos especialistas. Geralmente, ela era chamada de glândula de Skene, um vestígio da fase embrionária que não teria função significativa na vida adulta.

Estudos recentes, porém, têm demonstrado que a próstata está presente e ativa no organismo feminino e que, apesar de ser 20% menor do que a próstata masculina, apresenta características de secreção proteica. Durante a relação sexual, a glândula libera secreções conhecidas como ejaculação feminina, formadas pelo mesmo líquido presente no caso da próstata masculina.

Pesquisas sugerem que a próstata feminina pode ser afetada pelas terapias de reposição hormonal ou pelo uso de anabolizantes, procedimentos que contribuiriam para o eventual desenvolvimento de tumores malignos. Estudos preliminares do Instituto de Biologia da Unicamp indicam que o órgão estaria associado não só com a chamada ejaculação feminina, mas também com a estimulação sexual, uma vez que teria ligação com o ponto G, zona erógena rica em concentração de terminações nervosas e vasos sanguíneos.

Algumas mulheres têm o que os especialistas classificam de hiperandrogenismo, ou seja, apresentam naturalmente dosagens mais elevadas de testosterona. Uma das manifestações que acompanham o hiperandrogenismo é o hirsutismo, que consiste no crescimento de pêlos em áreas do rosto; outra é o ovário policístico. Mulheres com esses problemas devem merecer um cuidado especial por parte dos ginecologistas, pois podem vir a apresentar patologias ligadas ao desenvolvimento da próstata. A mesma atenção precisa ser dada às atletas que fazem uso de anabolizantes e aos transsexuais que normalmente são submetidos a tratamentos hormonais complementares. O mesmo é válido em relação às mulheres que utilizam de terapias de reposição hormonal, procedimentos adotados comumente após a menopausa.

No homem, o órgão conta com uma espécie de cápsula que restringe a disseminação das células tumorais. Na mulher, essa proteção não existe, o que permite a livre disseminação dos tumores na cavidade abdominal.

Maiores informações:

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2007/ju358pag05.html

http://www.ufac.br/informativos/ufac_imprensa/2002/08ago_2002/artigo594.html

Imagem traduzida de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gl%C3%A2ndula_de_Skene

2- Ponto G finalmente desvendado!

O ponto G foi finalmente evidenciado cientificamente. O ginecologista italiano Emmanuele Jannini publicou sua pesquisa na conceituada revista New Scientist.

O cientista acompanhou ultra-sonografias de vinte mulheres e os exames mostraram claras diferenças anatômicas entre as voluntárias que afirmavam ter atingido orgasmo vaginal e outras que nunca vivenciaram a experiência. Este tipo de orgasmo é alcançado pelo estímulo da parede vaginal, sem utilizar fricção no clitóris.

Nas nove mulheres pesquisadas que tinham orgasmos vaginais, existe um grande espessamento do tecido uretrovaginal. Já nas outras onze pesquisadas, que não tinham orgasmos vaginais, esse espessamento era bem menor.

Anteriormente, Jannini já havia localizado pontos relacionados ao aumento da função sexual na área entre a vagina e a uretra. Esses locais liberariam a PDE (fosfodiesterase), uma enzima que, nos homens, processa óxido nítrico e possibilita a ereção. Todavia, sua equipe não havia comprovado que a presença desses pontos está associada ao orgasmo vaginal.

Reportagem:

www.saudeemmovimenthttp://www.blogger.com/img/blank.gifo.com.br

3- Rivalidade no período fértil

Mulheres com altos níveis de estrogênio tendem a considerar menos atraentes suas possíveis rivais, é o que diz a prof.ª Mary Fisher, do departamento de psicologia da Universidade York.

A razão desse comportamento, segundo a pesquisadora, seria provocar condições favoráveis ao acasalamento justamente no período da ovulação: "além da autopromoção foi possível identificar pela primeira vez em estudos empíricos o mecanismo de degeneração das concorrentes", diz a pesquisadora.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Portanto não se descuide: quando começar a se desfazer de uma amiga querida ou a apontar defeitos em outras mulheres, lembre-se que você pode estar simplesmente no período fértil.



Visto no: Planctônico

POLUÇÃO NOTURNA

 


 A Polução Noturna é uma ejaculação involuntária que acontece durante o sono, resultando de uma excitação física genital. Se os homens tiverem sonhos eróticos no período do sono, normalmente isso pode acontecer. É importante dizermos, que a polução noturna é saudável e que ocorre em todas as idades, sendo mais comum dos 12 aos 20 anos, exatamente por ser uma fase onde ainda o adolescente ou jovem ainda é inexperiente sexualmente e com sua energia sexual reprimida ou até mesmo insatisfatoriamente resolvida. Por ser mais comum na puberdade e adolescência, pode-se dizer que esta possa significar o início da maturação e do exercício da sexualidade. Sendo que após o início da vida sexualmente ativa, a tendência é que a polução noturna diminua, até cessar. Porém, devemos ressaltar que isto pode ocorrer também com adultos que possuem uma vida sexual saudável e regular.
E por que ela ocorre?
 
Bem, a polução noturna é simplesmente uma forma do organismo eliminar o excesso de sêmen produzido que vai se acumulando, por isso a menor frequência naqueles que se masturbam ou mantêm relações sexuais.
 
Alguns a denominam de sonho erótico, exatamente pelo fato da excitação que provoca a polução noturna, advir de sonhos eróticos, sendo parte natural da sexualidade, pois durante os sonhos o corpo se excita, o pênis fica ereto sendo então normal que possa ocorrer a ejaculação e orgasmo, também é comum a pessoa acordar logo após a ejaculação ou, antes dela,  nesse caso, a pessoa acorda excitada.
 
Quem nunca teve um sonho erótico? 
 
Além de saudáveis, eles são uma experiência sexualmente prazerosa e podem inclusive em alguns casos, estimular nossas fantasias. 
 
Talvez a maior dificuldade que adolescentes e adultos seja responder caso alguém pergunte, o que ou com quem se sonhou, os adolescentes dependendo da forma como os pais lidam com a sexualidade sentem-se especialmente envergonhados com a mancha de sêmen na roupa ou lençóis. Quantas vezes já ouvi amigas minhas dizendo indignadas que o filho delas ejaculava na cama, por pura falta de esclarecimento reprimiam e deixavam os filhos constrangidos.
 
Ai vocês podem me perguntar se a polução noturna seria uma ocorrência apenas masculina?
 
Como já explicamos, a  polução noturna é a excitação durante o sono geralmente acompanhada de ejaculação, não temos teoricamente a denominada polução feminina, mas por outro lado, os sintomas femininos são os mesmos de uma polução noturna masculina, ou seja, nós mulheres, também temos sonhos eróticos e devido à excitação sexual há uma lubrificação vaginal e inclusive pode-se chegar a sensação do orgasmo. E são experimentações mais frequentes na adolescência, porém normais em qualquer período da vida, pois, são a manifestação natural da nossa sexualidade.
Para finalizar, é importante dizer que, tanto a ocorrência, como a não ocorrência da polução noturna são normais, ou seja, ter ou não ter polução noturna, é natural e vai depender de cada pessoa. A polução noturna assim como masturbação, especialmente no início da puberdade onde surge uma curiosidade perfeitamente natural a respeito do sexo. Onde após uma ereção do pênis, o adolescente manipula-o, não é incorreto, nem pecaminoso. Se dá pela curiosidade, e claro, também pela própria satisfação, à partir do desenvolvimento natural da sexualidade. Trata-se da necessidade do conhecimento do seu próprio corpo, da busca da compreensão do desenvolvimento físico normal a todo ser humano, que, de vez em quando, repete a experiência, por ser prazerosa. O que deveria ser considerado anormal é uma desconhecer seu próprio corpo e as manifestações do desenvolvimento da sua sexualidade, sejam estas subjetivas (emocionais, afetivas, psicológicas) ou físicas (desenvolvimento corporal, excitação, ereção, ejaculação, lubrificação, orgasmo). Portanto, não há motivo para sentimentos negativos, de culpa ou auto-condenação.
 
Finalizamos por hoje, no próximo post vamos retomar um  tema  já abordado aqui no blog: quando podemos dizer que uma fantasia erótica é saudável, normal? Abraços e até lá! Te espero sempre aqui nosso Blog Educação e Sexualidade.
 
Por:  Prof.ª. Dra. Cláudia Bonfim

CURIOSIDADES SOBRE O CORPO HUMANO

Todos nós sabemos que o corpo humano uma obra de engenharia perfeita. Com todos os sistemas funcionando em simbiose, e em perfeita harmonia. Estou postando aqui umas curiosidades sobre essa maquina tão perfeita que é o corpo humano. Você sabia que:


A comida leva sete segundos para ir da boca ao estômago

Um fio de cabelo agüenta o peso de 3 kg.

O fêmur é mais forte que concreto.

O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.

Existe aproximadamente um trilhão de bactérias em cada pé.

As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.

O peso médio da pele é duas vezes maior que o do cérebro.

Seu corpo utiliza mais de 300 músculos para manter o equilíbrio quando está parado em pé.

Se a saliva não consegue dissolver algo, não se consegue sentir seu sabor.

Visto no: Ciências Biológicas Dowload

6 MITOS ALIMENTARES

Você se obriga a tomar 8 copos de água por dia e sempre prefere comer carne de frango à de porco? É daqueles que enchem a cara sem pensar no amanhã? Gasta horrores com comida que nem curte muito só porque tem propriedades afrodisíacas? Então é bom que leia a nossa lista, porque você foi enganado!



Afrodisíacos funcionam
Amendoim, ovo de codorna, pimenta, ostras… Se você costuma investir nesses alimentos achando que têm poderes afrodisíacos, esqueça. É verdade que a pimenta, por exemplo, aumenta a pulsação e induz ao suor, produzindo uma sensação parecida com a da excitação sexual. Mas isso é bem diferente de provocá-la. Os pesquisadores garantem: afrodisíacos não existem. Mas podem funcionar como um placebo. Quer dizer, se você realmente acredita que comer ostra ou pimenta fará com que tenha um desempenho sexual melhor, isso pode acontecer mesmo.
 
Bebidas alcoólicas não matam por overdose

Ao contrário do mito, consumir uma quantidade de álcool maior do que a que seu corpo consegue metabolizar pode ser fatal. A substância age sobre o sistema nervoso central e desliga áreas cerebrais responsáveis pelo controle da consciência, respiração e batimentos cardíacos, levando ao coma e à morte. A intoxicação depende de fatores individuais, como massa corporal e grau de tolerância à bebida. O estado do fígado também conta: um órgão já avariado sofre mais as conseqüências do álcool. Então, se você é daqueles que bebe sem pensar no amanhã, é bom se ligar nos sinais que seu corpo dá.
 
O estômago encolhe quando comemos menos

Pensemos: se fosse fácil assim, o estômago de pessoas em coma praticamente desapareceria e ninguém passaria pela complicada cirurgia de redução de estômago. O órgão pode, sim, aumentar quando exageramos, mas diminuir, jamais. O que pode acontecer quando você radicaliza na dieta é seu estômago ficar condicionado a se satisfazer com menos, reduzindo a produção de grelina, hormônio liberado quando o estômago está vazio que faz você sentir fome.
 
Você deve tomar 8 copos de água por dia

Esse mito é fruto de um baita mal-entendido. De fato, o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA revelou, em 1945, que o consumo diário adequado de água para adultos era de 2,5 litros (o equivalente a 8 copos). Mas a maioria das pessoas ignorou a afirmação que veio depois: “A maior parte dessa quantidade está contida em alimentos preparados”. Então, se você costumava enfiar goela abaixo os 8 copos de água mesmo sem gostar muito, relaxe. Alimentos como tomate, pepino, chuchu e melancia têm 95% de sua composição em água. Chá, leite, sucos e até café também devem entrar na contagem. Além disso, os 2 litros e meio não são uma regra universal. Tudo depende da saúde de cada pessoa e da temperatura do lugar em que ela vive.
 
Carne de frango é mais saudável que carne de por

Não necessariamente. O xis da questão aqui é a forma de preparo. Uma sobrecoxa de frango assada com pele tem 3 vezes mais gordura que um lombo assado; um filé de frango grelhado sem pele tem menos gordura saturada (a que eleva o colesterol ruim), mas o lombinho tem mais ácidos graxos insaturados, além de ser fonte de vitaminas, ferro, potássio e zinco. Se você quer ser saudável, o ideal é evitar frituras e tirar a pele da carne – tanto de frango quanto de porco.
 
Latas abertas devem ser guardadas na geladeira

O problema das latas não é guardá-las na geladeira, mas manter o resto do alimento dentro delas. Depois de aberta, a lata vai perdendo o verniz interno que protege o conteúdo dos metais tóxicos que constituem a embalagem, podendo provocar intoxicação alimentar. Assim, o ideal é, depois de abrir aquela lata de leite condensado, tirar o produto de dentro e colocar em um pote de vidro ou cerâmica e, aí sim, guardar na geladeira ou em outro lugar. E lembrando: se estiver amassada, o melhor é nem abrir. Pelo mesmo motivo.
 

Tratamento precoce do HIV 'cura' até 15% dos pacientes

Pesquisadores da França afirmaram que o tratamento rápido logo depois da infecção pelo HIV pode ser suficiente para causar, em até 15% dos pacientes, uma "cura funcional" – quando o vírus, apesar de não desaparecer do organismo, entra em remissão e o paciente não precisa mais de remédios.
 
Os cientistas do Instituto Pasteur, em Paris, analisaram os casos de 14 pessoas que receberam o tratamento precoce e depois pararam com a terapia. O vírus da Aids, nestas pessoas, não deu sinais de voltar a se proliferar.
 
O grupo de pacientes começou o tratamento em um período de cerca de dez semanas após a infecção pelo HIV. Eles obtiveram o diagnóstico precoce pois foram ao hospital tratar de outros problemas, e o HIV foi detectado no sangue.
 
Em média, o grupo recebeu o tratamento com antiretrovirais durante três anos e então a medicação foi interrompida.
 
Normalmente, quando o tratamento é suspenso, o vírus retorna. Mas isto não ocorreu com este grupo de pacientes. Alguns deles, por exemplo, conseguiram controlar os níveis de HIV durante uma década.
 
"A maioria dos indivíduos que seguem o mesmo tratamento não vai controlar a infecção, mas existem poucos que vão", afirmou Asier Saez-Cirion, do Instituto Pasteur.
 
A pesquisa foi divulgada na publicação especializada PLoS Pathogens, e a divulgação do progresso deste grupo de pacientes da França ocorre depois da notícia da cura de uma bebê depois de um tratamento precoce nos Estados Unidos.
 

'Remissão'
 

Segundo Saez-Cirion, ao atacar o vírus logo depois da infecção, entre 5% e 15% dos pacientes podem ter a cura funcional. "Eles ainda têm o HIV, não é uma erradicação do HIV, é um tipo de remissão da infecção", disse.
 
O estudo realizado pelo Instituto Pasteur analisou o que aconteceu com o sistema imunológico dos pacientes.
 
O tratamento precoce pode limitar o número de esconderijos inacessíveis do HIV no organismo. Mas os pesquisadores afirmam que ainda não foi esclarecido porque apenas alguns pacientes conseguiram a cura funcional e outros não.
 
Andrew Freedman, médico e professor da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, que ministra aulas sobre doenças infecciosas, afirmou que as descobertas são "interessantes", mas ainda há muita incerteza.
 
"Se eles vão controlar (o vírus) para sempre ou se vai ser por alguns anos e, subsequentemente, (...) o vírus vai reaparecer, não sabemos", disse.
 
Deborah Jack, da ONG britânica AIDS Trust, que se dedica a campanhas relacionadas ao HIV, afirmou que a descoberta do Instituto Pasteur dá ainda mais importância do tratamento precoce.
 
"Isto apenas destaca a importância das pessoas fazerem exames e serem diagnosticadas cedo. Atualmente, metade das pessoas que vivem com o HIV na Grã-Bretanha foram diagnosticadas tarde, indicando que eles podem ter sido infectados há cinco anos", afirmou.
Visto na: BBC  Brasil

O EFEITO DO ÁLCOOL NA ANTISSEPSIA

O álcool para ter seu potencial melhor aproveitado na antissepsia precisa ter exatamente 30% de água e o álcool comum possui cerca...