segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A História da Homossexualidade

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sábado, 2 de outubro de 2010

SEXO NOS CENTROS URBANOS: A BUSCA DO PRAZER



Engarrafamento, poluição, cheiro de gasolina são características marcantes nas grandes metrópoles brasileiras. Esse tsunami da urbanização mascara um mundo paralelo, no qual muitas pessoas realizam suas fantasias sexuais em locais públicos. Essa prática de “outdoor”, bem conhecida entre os países europeus, está em expansão pelas capitais do nosso país, ganhando cada vez mais adeptos. O lócus, nesse sentido, atua como elemento facilitador, oferecendo um arcabouço temático para a realização dos desejos mais profundos.

As aventuras sexuais em locais imprivativos, a priori, revela a necessidade de alguns casais em apimentar o seu relacionamento, realizando os seus fetiches mais íntimos. Essa luxuria moderna é mais comum do que a maioria da população imagina. Banheiros públicos, shopping centers, elevadores, escadas de prédios, praias, avenidas, sacadas, ruas e vielas, todos esses ambientes, entre tantos outros, são utilizados no intuito de satisfazer os desejos mais ocultos.
A pergunta que paira no ar é: o que leva essas pessoas a se arriscarem em lugares onde a movimentação de pessoas é constante? Acredita-se que a resposta para esse questionamento reside, não apenas no espírito aventureiro das pessoas que praticam esses atos, mas sim numa áurea lasciva que inebria a mente, fazendo com que a libertinagem ganhe uma nova significação, a de liberdade.


Essa tendência, em contrapartida, não se limita a apenas aquecer a rotina sexual dos casais hetéros, pois a presença dos homossexuais nesses espaços tem ganhado um aspecto diferencial, visto que não há, muitas vezes, um controle estrutural que os impeçam de praticarem suas fantasias. Os chamados “points”, ou comumente denominados “pontos de pegação”, tem se tornados uma opção para aqueles que estão à procura de sexo fácil, com altas doses de perigo. Isso acontece porque há uma demanda cada vez maior nesse sentido, contribuindo, consequentemente para a elevação da oferta.

Esse anti-convencionalismo sexual tem dado uma nova concepção da sexualidade, pois atualmente as pessoas querem sentir prazer, satisfazer o âmago das suas vontades, gozar no sentido lato da palavra, independentemente dos riscos que isso possa lhes trazer. Na realidade, esses hábitos neobabilônicos, ou seja, fazer sexo em demasiado, das maneiras mais diversas possíveis, com pessoas muitas vezes desconhecidas e geralmente com mais de um parceiro ganhou uma nova significação, de modo que só o termo promiscuidade poderia abarcá-lo.

O destemor é o termo apropriado para classificar esses atentados aos pudores de uma sociedade conservadora, acostumada a maquiar tudo o que está relacionado com a sexualidade alheia. O tabu, nessa perspectiva, impede que aja uma compreensão mais aprofundada sobre essa temática, tanto uma visão antropocêntrica quanto uma biológica, pois o sentimento que guia essas pessoas, a burlarem as normas sociais, está intimamente relacionado com o êxtase que a adrenalina proporciona nesses indivíduos. Por isso, é indubitável conhecer a fundo esses seres humanos que cada vez mais buscam concretizar suas necessidades sexuais em locais públicos.



Engana-se pensar que transar em áreas de circulação comum está restrito a atmosfera da prostituição, pois o que cada vez mais atrai as pessoas, a copularem no lócus coletivo, é a liberdade que esses espaços proporcionam; a gratuidade, pois não se paga nada por alguns momentos de prazer; o anonimato que os freqüentadores oferecem; a rotatividade de pessoas, possibilitando um leque de escolha e variedade; além e, sobretudo do espírito aventureiro que guia essas pessoas a realizarem fantasias inimagináveis.

Portanto, se você encontrar algum casal no ápice do prazer, não os veja com os olhos do preconceito ou de forma pejorativa, e sim como seres humanos que tem desejos carnais, iguais a você, e que apenas resolveram externá-los de uma forma mais ardente. Não se assuste, apenas tente compreender os elementos que os levaram a praticar esses atos de “luxuria”.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ignorância religiosa





Estou trazendo este tema à atenção, uma vez ser este vídeo tão nocivo para a comunidade gay no Brasil. Essa entidade representada por esta mulher realmente não teve o cuidado em reconhecer segundo a constituição o direito adquirido pela carta magma do país sem falar da questão bíblica o que torna ainda mais grave uma vez que para Deus todos são iguais. E mesmo aqueles que venham a ter algo que por ventura seja considerado como errado, não cabe a ninguém julgar, pois é a Deus que cabe tal direito (Mateus 7:1) e também vale a pena ressaltar que na bíblia Deus é mencionado como sendo amor, (1 João 4:8) e se assim o é, por que condenaria pessoas que foram criados a sua imagem e semelhança? (Genesis 1:26)

Seria uma contradição muito grande além de uma maldade maior ainda criar pessoas com características que sabia que não atingiria suas expectativas e depois condená-las por não atingi-las. E em relação às demais pessoas que se colocam no direito de condenar os homossexuais vão o lembrete de Jesus nosso mestre maior, que disse que os cristãos devem amar uns aos outro como sinal identificador de ser seu discípulo (João 13:34,35).

Quando as pessoas deixam de cumprir com tal mandamento ele mostra não fazer parte dos que entrarão no reino dos céus, como Jesus menciona em Mateus capítulo 7:21-23 onde ele diz qual deve ser a busca do cristão, “fazer a vontade do pai”. E será que a vontade do pai é que incitemos o preconceito, ódio ou discriminação?Certamente que não, pois cabe ao cristão o evangelismo (1 Timóteo 4:2) e não o julgamento que como já mencionado pertence apenas a Deus e seu filho Jesus Cristo (1 Timóteo 4:1)

Sendo assim por tudo isso é uma pena que aqueles que deveria ser os primeiros a mostrar amor e compaixão ao próximo independente de sua condição, sejam os primeiros a atirar a primeira pedra quando também tem pecados como todo mundo. Logo, nem um de nós pode se dar ao luxo de achar que é melhor que outros por qualquer motivo. O que também é importante destacar nesse texto que é uma mulher quem traz tal informação, o que segundo os dogmas do verdadeiro cristianismo é errado uma vez que a nação escolhida por Deus, Israel, era totalmente patriarcal e a mulher e citada várias vezes na bíblia como tento de estar submissa ao homem e aprender dele e não poderia tomar a dianteira em ensinar na congregação de Deus.

Assim sendo, espanta-me que uma pessoa que se diz defensora dos dogmas da igreja não adira a tal. Seja como for não lhe cabe abrir a boca contra quem quer que seja, pois lhe falta conhecimento, respeito e humildade para entender qual deve ser sua posição, e posso dizer isso, pois sou pastor e conhecedor das escrituras e quando vejo alguém querer ser sábio demais assim como esta mulher lembro-me das palavras do Apóstolo Paulo aos Coríntios no capítulo 10 :12 que diz “Quem pensa estar de pé acautele-se para que não caia”.

Além das palavras de Salomão em provérbios 27:3,. Que diz “o peso do vexame de um tolo é mais pesado para ele”. E versículo 11 “sê sábio filho meu e alegra meu coração para que eu possa replicar aquele que me escarnece”.

domingo, 1 de agosto de 2010

Liberado teste de célula-tronco embrionária em humanos




Há pouco tempo, apresentei em meu blog um texto em que dava uma visão geral da pesquisa clínica, e de como ela era realizada e seu papel em nossa sociedade. E agora, além do fato também já postado em meu blog, sobre as novas descobertas em relação ao vírus do HIV, fato este, que me leva a ficar muito feliz com o empenho dos pesquisadores a essa necessidade da nossa sociedade. Sempre que surge algo sobre o tema entendo como relevante e significativo, para o benefício de toda a sociedade. E sabendo que muitos não têm acesso a informação, ou dispõe das ferramentas para a adquirirem, entendo que por meio de meu blog posso agir qual canal ou portal de informação e orientação, que ajudará aos que dessa informação possam bom uso fazer.

Nesse respeito, tenho acompanhado todos os novos avanços da ciência, para se não sanar pelo menos amenizar os males que aflige a sociedade moderna. O que tem ocorrido por meio de recentes empenhos em buscar cada vez mais solução plausível para superar tal infortúnio social. E no intuito de servir a sociedade, com cada vez mais novas informações, vale a pena ressaltar que recentemente no dia 30 de julho de 2010, foi anunciado por meio das agencias internacionais, que o FDA, Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, liberou a Geron Corporation, a realizar pesquisas com células- troncos em seres humanos.

O que antes já havia sido feito, em janeiro de 2009 e depois suspenso, em agosto do mesmo ano por motivo de ter surgido cistos em ratos de laboratório, que haviam recebido células-tronco pelo método GRNOPC1. Esse é mais um excelente passo que a ciência esta dando para cumprir com seu papel em servir como meio de informação e resposta para as questões de âmbito de saúde. A agência GERON CORPORATION, pretende estudar os pacientes com células-tronco sendo uns 10 inicialmente por 15 anos. Além da GERON CORPORATION, o grupo Advanced Cell Technology, também busca autorização da FDA para realizar testes em humanos desde novembro de 2009. A empresa espera uma resposta da agência federal norte-americana dentro dos próximos 30 dias.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Nova descoberta sobre o vírus HIV

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/cientistas-anunciam-importante-descoberta-no-combate-ao-virus-hiv.html

Cientistas anunciam importante descoberta no combate ao vírus HIV

Segundo A correspondente da Rede Globo, Giuliana Morrone, que falou com o cientista responsável pela pesquisa, os cientistas encontraram uma nova maneira de combater a AIDS.

De acordo com Morrone, os cientistas observaram o sistema imunológico de um homem de 60 anos, e encontraram células que produzem três anticorpos capazes de anular o vírus HIV. Um desses anticorpos neutraliza 91% das cepas, as diferentes variações do vírus HIV. O organismo desse homem produz naturalmente os anticorpos.

Esse é um grande achado. Até agora, a ciência havia identificado anticorpos capazes de neutralizar 40% das cepas. Nesse estudo eles conseguiram ver até mesmo qual parte do vírus é atacada e como o anticorpo faz esse ataque.

Essa descoberta significa uma grande esperança para a produção de uma vacina. Esse é o grande desafio: como fazer com que o organismo das pessoas produza esses anticorpos? É a vacina. O principal cientista envolvido na pesquisa, Gary Nabel, disse que ainda há um longo caminho pela frente até a produção da vacina. Ainda não é a cura, mas uma excelente notícia no combate a essa doença, que leva tanta gente no mundo todo a óbito em várias partes do mundo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Entendendo a pesquisa clínica



Na atualidade, em que há várias novas descobertas científicas acerca de excelentes resultados da ciência são muito significativos entender o que é uma pesquisa clínica e como ela é realizada, além de como nós somos beneficiados por meio dela. Antes de tudo, é muito importante citarmos o histórico das pesquisas clínicas, não apenas no Brasil, mas também no mundo todo. Nisso, algo que sempre trouxe muitas desconfianças e protestos em favor de animais e até de pessoas que se submetiam a usar medicamentos em fase II para se descobrir novos tratamentos que poderiam ajudar muitas delas a curar suas moléstias.

No entanto, como já falado, esses esforços sempre atraíram muita repercussão da sociedade contra a pesquisa clínica. Mesmo assim, vale ressaltar que é muito fácil acusar, condenar, criticar, ou seja, qual for o termo usado para direcionar a insatisfação a alguém quando apenas é muitas vezes visto um lado nocivo da pesquisa, por pessoas que não dominam plenamente esse assunto; o que em muitos casos é negado por aqueles que defendem tais interesses. Porém, a realidade é outra, pois quando um cientista procura pesquisar um novo fármaco ou tratamento é em interesse da população, já que, bem sabemos que os medicamentos que hoje conhecemos antes eram apenas idéias ou até sonhos de pesquisadores otimizados que não se acomodaram após sua formação acadêmica e procuraram manter-se na ativa em benefício da sociedade.

Ainda assim, alguns dos críticos das pesquisas certamente dizem erroneamente que é apenas por causa da soma oferecida por laboratórios, que financiam as pesquisas, o que ainda é muito pouco incentivado no Brasil. Não deixa de ser uma verdade, no entanto, não apenas por isso, pois sendo sinceros podemos entender que não há como realizar uma pesquisa clínica aqui no Brasil, sem o investimento estrangeiro. Pode até parecer muito duro dizer isso, mas é a mais pura realidade.
Mesmo que alguém diga que há pesquisa financiada por iniciativas nacionais, bem se sabe que são poucas e de pequena importância no mercado. Fato esse que não deveria se justificar, pois o Brasil tem um excelente potencial para pesquisas clínicas e, no entanto, isso não ocorre por falta de incentivos nacionais em nessas áreas; mesmo tendo uma grande variedade de recursos naturais.

Mas então, o que é uma pesquisa clínica? Bem, uma pesquisa é um estudo realizado de forma séria por um cientista e sua equipe que realiza um determinado achado, seja um fármaco ou um tratamento, e que é entendido como eficaz para determinada necessidade humana. Como é realizada uma pesquisa clínica? Uma vez feito essa pesquisa é passado para o processo de patentear e em seguida passa-se a buscar financiamento para a realização da pesquisa em fase I, ou seja, a viabilidade da medicação ser produzida, uma vez sendo realizada tal pesquisa entra-se na fase II que é o uso experimental da medicação por voluntários, que antes era apenas pagar um determinado valor para o voluntário e tudo ficava acertado, o que levou a necessidade de novas diretrizes que determinam o uso de um TCLE (TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO), que rege os direitos do paciente acerca do estudo baseado em uma lei de bioética lei N°196 onde determina todas as obrigações das pesquisas clínicas.

Concluindo a fase II entra-se na fase III na qual é realizada com placebos (falsa medicação), sendo alguns pacientes escolhidos sem saber para usá-lo, medicação sem fator ativo, e os que usarão a medicação com o fator ativo para não haver alteração no resultado por causa de um paciente achar que não estar tomando a medicação que faz efeito e assim esse tratamento seve para encontrar possíveis reações que o paciente pode ter ao uso da medicação por contra-indicação e nesse sentido o paciente é acompanhado por um período que permite ao estudo aferir essas contra-indicações.

Chegando a fase IV que permite a viabilização comercial da medicação e sua produção o que nos leva a fase V na qual é produzida comercialmente com o preço da medicação e seu nome sugerido pelo pesquisador mais o nome comercial do laboratório. Como nos beneficiamos de uma pesquisa clínica? Uma vez concluída todas as fases já mencionadas o medicamento chega ao mercado para ajudar contra algum mal que aflige a humanidade. Dessa forma podemos nos beneficiar de uma pesquisa bem realizada. Vale à pena ressaltar, que esses passos são de suma importância para um bom resultado da pesquisa. E não importa o que se disse antes, de uma forma ou de outra, a nova medicação acaba por ajudar milhares ou até milhões de pessoas a ter mais qualidade de vida.

Levando em conta tal fato, é até difícil entender os críticos da pesquisa clínica, pois tendo por objetivo melhorar a qualidade de vida para o ser humano, fica claro que os críticos deveriam ter algum interesse nesse assunto. O que podemos ter a oportunidade de ver graças às novas descobertas da ciência a respeito da celular sintética, pela qual um cientista recombinou a carga genética de uma bactéria e conseguiu que ela se se duplica deixando muitos perplexos com a nova descoberta e levando-os a trazer novos questionamentos a cerca do uso de tal achado.

É uma grande ilusão propagada pelos críticos da pesquisa clínica achar que essa pesquisa só apresenta falhas ou riscos a vida humana, pois há leis como já mencionado a 196 e outras que regularizam as pesquisas clínicas e outras podem ser criadas para regulamentar tal descoberta. Desta forma é muito infundado o medo e a perplexidade em que se encontra a população com respeito ao assunto. As pesquisas clínicas são necessárias e importantes para nosso benefício e devemos sim acompanhar o seu desenvolvimento, mais sem alarde desnecessário e irrefletido o que não trará nem um benefício para o coletivo. Logo, como coordenador de pesquisa clínica posso dizer que tanto os fármacos e tratamento da pesquisa são importantes como todos os que nela trabalham que a levam a sério para o seu benefício e de muitos outros.


O EFEITO DO ÁLCOOL NA ANTISSEPSIA

O álcool para ter seu potencial melhor aproveitado na antissepsia precisa ter exatamente 30% de água e o álcool comum possui cerca...